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| MANAS |
Parece inútil voltar depois de me
ter afastado durante todo este tempo. Parece que estou a aprender com o meu
chico…ser imprevisível começa a fazer parte de mim. Sabem às
vezes sinto uma necessidade enorme de me isolar do mundo. Ultimamente não me acho
muito feliz, nem segura de mim mesma. Por vezes sinto que as minhas amigas se
afastam, que se fartam de mim; que o meu namorado se esquece o que é ter uma
relação; que os meus pais se fartam de
educar uma filha; que o meu cão já não sente
alegria quando me vê, sinto-me só- e isso preocupa-me!
Ainda não vos contei, mas cresci muito depressa em todos os sentidos, quis agir como uma pessoa crescida quando na verdade era o momento de brincar com as bonecas, quis começar a sair à noite quando devia ficar em casa a ver desenhos animados, comecei a beber álcool quando o leite com chocolate devia ser o meu melhor amigo, e agora sinto-me perdida. Já fiz tudo o que havia para fazer na minha idade. Quis crescer, ser uma “adulta”, ter um milhão de amigos, conhecer um bilião de rapazes, ter centenas de pedidos de amizade no facebook e agora… agora para ser franca não tenho quase nada. Provavelmente estou a maçar-vos com estes meus devaneios de um puro momento de fragilidade, mas sinto necessidade de desabafar, e com desconhecidos parece-me mais fácil. A c e a i são as minhas melhores amigas, conheço-as há anos, mas para ser franca sinto-me afastada delas. Sinto que já não lhes faço falta como fazia, que já não sou a mana delas.. sinto que estão cada vez mais crescidas e eu já não faço parte da historia. Tenho saudades de passarmos uma noite juntas, a comer um monte de coisas com milhares de calorias, de estarmos em frente a uma televisão e procurar filmes assustadores, saudades de nos deitarmos no chão em cima umas das outras a conversar, falarmos sobre o que sonhamos na noite anterior, comentarmos os sapatos perfeitos que vimos na Zara, tenho saudades de passar o tempo a fazer parelha com a I. e gozarmos com a C. até ela amuar… Simplesmente tenho saudades. Aposto que vos parece absurdo tudo o que estou para aqui a dizer, afinal de contas estou um tempão sem aparecer e quando o faço é para me queixar e expor as minhas lamúrias… Mas sinto um vazio tão enorme. Devem estar a perguntar-se, “então mas se tens saudades porque não lhes dizes!?”, e com razão, mas falta-me a coragem. Tenho medo que me achem ridícula e se afastem ainda mais de mim. Há um ano atras, todos os dias falava ao telefone com a C. Era estupendo. Tínhamos sempre tema de conversa. Com a I. nunca fui muito de falar ao telefone, mas quando estávamos juntas era fantástico. Sentia que havia um monte de boas energias e de cumplicidade entre nós, agora um ano depois, sinto que começo a desintegrar-me. AMO-AS essa é a verdade, são duas peças que completam o meu puzzle. Uma vez, quando a C. passou por um desgosto de amor (agora acredito que foi um optimo acontecimento. Está melhor com o dré), fomos ao rio sul fazer umas compras para a animar, e ao lanche num daqueles momentos perfeitos, prometemos que nunca nos iriamos separar. Sabem quando me lembro disso, vêm-me sempre as lagrimas aos olhos – tal como está a acontecer – mas foi um momento tao genuíno e sincero… atualmente já acreditei mais nisso. Sinto-me afastada da vida delas, sinto que gostam muito de mim, mas que vivem uma para a outra. Talvez seja um pouco injusta e invejosa, mas não com maldade nem algo semelhante. Apenas tenho saudades… Eu sei que o mais provável é ser tudo paranoia minha, e assim o espero! Continuam a ser a minha coxa e a minha froscas (ela não gosta que lhe chame isto, mas no fundo derrete-se), continuam a ser as minhas manas, e serão sempre as únicas!
Ainda não vos contei, mas cresci muito depressa em todos os sentidos, quis agir como uma pessoa crescida quando na verdade era o momento de brincar com as bonecas, quis começar a sair à noite quando devia ficar em casa a ver desenhos animados, comecei a beber álcool quando o leite com chocolate devia ser o meu melhor amigo, e agora sinto-me perdida. Já fiz tudo o que havia para fazer na minha idade. Quis crescer, ser uma “adulta”, ter um milhão de amigos, conhecer um bilião de rapazes, ter centenas de pedidos de amizade no facebook e agora… agora para ser franca não tenho quase nada. Provavelmente estou a maçar-vos com estes meus devaneios de um puro momento de fragilidade, mas sinto necessidade de desabafar, e com desconhecidos parece-me mais fácil. A c e a i são as minhas melhores amigas, conheço-as há anos, mas para ser franca sinto-me afastada delas. Sinto que já não lhes faço falta como fazia, que já não sou a mana delas.. sinto que estão cada vez mais crescidas e eu já não faço parte da historia. Tenho saudades de passarmos uma noite juntas, a comer um monte de coisas com milhares de calorias, de estarmos em frente a uma televisão e procurar filmes assustadores, saudades de nos deitarmos no chão em cima umas das outras a conversar, falarmos sobre o que sonhamos na noite anterior, comentarmos os sapatos perfeitos que vimos na Zara, tenho saudades de passar o tempo a fazer parelha com a I. e gozarmos com a C. até ela amuar… Simplesmente tenho saudades. Aposto que vos parece absurdo tudo o que estou para aqui a dizer, afinal de contas estou um tempão sem aparecer e quando o faço é para me queixar e expor as minhas lamúrias… Mas sinto um vazio tão enorme. Devem estar a perguntar-se, “então mas se tens saudades porque não lhes dizes!?”, e com razão, mas falta-me a coragem. Tenho medo que me achem ridícula e se afastem ainda mais de mim. Há um ano atras, todos os dias falava ao telefone com a C. Era estupendo. Tínhamos sempre tema de conversa. Com a I. nunca fui muito de falar ao telefone, mas quando estávamos juntas era fantástico. Sentia que havia um monte de boas energias e de cumplicidade entre nós, agora um ano depois, sinto que começo a desintegrar-me. AMO-AS essa é a verdade, são duas peças que completam o meu puzzle. Uma vez, quando a C. passou por um desgosto de amor (agora acredito que foi um optimo acontecimento. Está melhor com o dré), fomos ao rio sul fazer umas compras para a animar, e ao lanche num daqueles momentos perfeitos, prometemos que nunca nos iriamos separar. Sabem quando me lembro disso, vêm-me sempre as lagrimas aos olhos – tal como está a acontecer – mas foi um momento tao genuíno e sincero… atualmente já acreditei mais nisso. Sinto-me afastada da vida delas, sinto que gostam muito de mim, mas que vivem uma para a outra. Talvez seja um pouco injusta e invejosa, mas não com maldade nem algo semelhante. Apenas tenho saudades… Eu sei que o mais provável é ser tudo paranoia minha, e assim o espero! Continuam a ser a minha coxa e a minha froscas (ela não gosta que lhe chame isto, mas no fundo derrete-se), continuam a ser as minhas manas, e serão sempre as únicas!
Bem vou dormir!
O meu mal deve ser sono. Xôxo <3

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